Tiritas pa’ este corazón partíoooo...
No quiero dejarlo todo al azar, entiendo que he comenzado a estorbar, pronto estaré de ti muy, muy lejos...
Ahí me voy outra vez... ay, te dejo, Madrid, tus rutinas de piel, tus ganas de huir yo no quiero cobardes que me hagan sufrir mejor le digo adiós a tu boca de anís...
(Shakira, Te dejo, Madrid)
Ontem eu estava com o ânimo lascado pra escrever aqui. Por preguiça deixei pra hoje e comprovei a veracidade da máxima “Não deixe para amanhã o que você pode fazer depois de amanhã”. Mas também ontem foi o dia da viagem... Saí de Ferraz, meu serviço, e fui pra USP, da USP pra Santo André – dei duas voltas completas na Grande São Paulo.
Alguém quer sucrilhos? Comprei um sacão, que estava em promoção no Atacadão de Suzano (aliás, Atacadão vende tudo muito barato, por vender no atacado – olha o merchandising comendo solto ae...), só que como eu não compro perecíveis (categoria de alimentos na qual se inclui o leite), os sucrilhos ficavam encostados no armário. Só hoje que inventei de comê-los a seco, por falta de leite. E não é que é gostoso?
”Se aproveitam da minha nobreza”
Sábado saí do serviço direto pra USP, onde mora um dos meus melhores amigos, o Marcelo, cuja foto eu não ponho aqui porque ele nunca me deixou tirar uma foto dele pra esse fim. Pra compensar, tirei uma foto dum mural improvisado que ele tem na parede do quarto dele, com fotos de alguns dos amigos dele tiradas do Orkut.

Nem falo que a impressão da minha foto foi a que ficou com a melhor resolução... heheheheh.
Adoro o Marcelo. Foi meu primeiro grande amigo na minha vida. Deu todo um apoio quando eu decidi me assumir, no longínquo ano de 1999 e, quando ele resolveu se assumir, dois anos depois, eu também o ajudei (na verdade, a ocasião foi a de ele terminar um namoro com alguém de quem ele gostava muito e eu só fiquei sabendo tempos depois...) e assim criamos uma cumplicidade que só foi quebrada umas duas vezes, por frescura minha. Enfim, graças a ele eu sei como é ser o melhor amigo de alguém, como é ter um melhor amigo. E, mais, com ele eu comprovei na carne que “amores vão, mas amigos ficam”.
El mico del sombrero mejicano
De lá da USP, fui direto pra Santo André – bem umas duas horas de viagem, agravadas pelo fato de aos domingos o transporte maravilhoso da Grande São Paulo (no qual eu trabalho, por más señas) operar com intervalos “diferenciados” (leia-se prolongadíssimos). Fui pro churrasco de aniversário da Nanci, uma grande amiga que estudou comigo durante o Segundo Grau (ETE Júlio de Mesquita, Santo André-SP), que, suspeito, marcou como data do churrasco esse domingo por ter sido minha folga...
Entrei mudo e saí calado da casa dela, porque eu só conhecia, além dela, a Janaina, que também foi minha companheira de turma.

Aqui estamos Janaina, eu e Nanci, pagando o mico de posar com um sombrero mexicano do pai dela. Não sossegaram enquanto todos posaram pra foto com ele. Haja mico... o que umas cervejas a mais não fazem com a humanidade, Jesus amado...
A porção Amélia aprisionada em mim
É, tenho uma Amélia dentro de mim... não venham me dizer que eu tou me achando “a mulher de verdade”, que eu vou mostrar a mulher de verdade pra quem vier tirar uma com a minha fuça. Apesar da noite de vigília e bate-papo com o Marcelo, cheguei em casa com toda uma disposição pra lavar roupa, mas como era domingo e o computador acabou GRITANDO meu nome no quarto de trás, tudo o que eu consegui foi passar meu doce uniforme de serviço.

Nem notem o amassado na parte de baixo da camisa. Era a pressa pra usar a internet.
Creio que é só isso mesmo. Muitos leerão esse post, alguns se deleitarão, outros não verão a menor graça nele, por fim ninguém comentará. Isso é sabido.
Abraços pra quem é de abraços. Quem não é de abraços corre o risco de ganhar uma lambida na testa.
Tracionado até aqui por Naná que às 00h48 não tinha nada melhor pra fazer...
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